quinta-feira, 28 de julho de 2011

Sítio ecológico no alto da serra

Lançamento do livro Sítio ecológico, um guia para salvar a terra, na Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-brasileira (UNILAB), localizada em Redenção /CE (66 km de Fortaleza).
Sexta-feira, 29.07, às 11 hs.
Na oportunidade, farei uma palestra.
No sábado, 30.07, faço uma vivência sobre ecologia e tratamento do resíduo orgânico doméstico, na Pousada Gurguri, um local mais que belo, situado no alto da Serra do Gurguri, em Redenção/Ce.

sábado, 16 de julho de 2011

Projeto sítio Ecológico apresenta nova edição do livro

Moisés Matias
O Maranhão pode ativar o seu FIB (Felicidade Interna Bruta), em um prazo de até 05 anos, e se transformar em um Estado com generosidade, abundância, qualidade de vida e preservação dos recursos naturais.
Essa é a tese principal do livro Sítio Ecológico – um guia para salvar a terra (2ª. Ed), que será relançado nesta quinta-feira, 21.07, a partir das 16 horas, no auditório da Superintendência Federal da Agricultura, situado próximo ao Hospital Pam Diamante, no Bairro Diamante.
O livro é um manual para ativação da FIB e se sustenta na cultura tradicional do povo maranhense. A partir da cultura tradicional, valoriza-se os recursos naturais, possibilitando assim a ativação de riquezas e rendas abundantes, mas nem sempre reconhecidas como tal, como o patrimônio tradicional, a fertilidade do solo, a diversidade biológica, a abundância de água, do sol, do vento, da chuva, da paisagem, entre outras.
O estudo relata o processo de construção do Sítio Ecológico Panakuí, uma área de 03 hectares situado na zona rural de São Luís. Com dez capítulos, o estudo mostra que a área possui 10 dimensões de riqueza, as quais são analisadas e estudadas como dimensões integradas.
Lançado em Belém/Pa, em Porto Velho/Ro, em Rio Branco/Ac, o trabalho foi convertido em um método de ativação da dimensão ecológica profunda das pessoas. Nas vivências ecológicas que realizamos, no Sítio Panakuí e em outros espaços verdes, procuramos ativar a sensibilidade ecológica despertando imagens e lembranças através do sabor, do odor, da visão e da audição.
No lançamento desta quinta-feira apresentaremos, além do livro, algumas metodologias desenvolvidas no sítio, as parcerias que estão se formando em torno do projeto, no Maranhão e em outros estados.
Venha você também participar deste movimento de construção da Felicidade Interna Bruta, a partir da ativação de sítios ecológicos, seja em espaços urbanos, rurais, ou mesmo no cantinho do coração.

sábado, 18 de junho de 2011

Curso Artesania começa no sítio panakuí




Com o financiamento do Ministério da Cultura,
programa Microprojetos Mais Cultura Amazônia Legal, começou neste sábado, no Sítio Panakuí, o projeto Artesania, que visa capacitar jovens de 17 a 29
anos, residentes na zona rural dos municípios de São
Luís e São José de Ribamar na área de Artesanato;
Construção e melhoramento de casas ecológicas
(biomoradia) com adobe e taipa; Construção de
telhado ecológico, criações com sobras de madeira e a
combinação destes materiais e tecnologias.
O projeto será desenvolvido no Laboratório de
Ecologia Intuitiva Sítio Panakuí, experiência que se
realiza há mais de cinco anos no povoado Coquilho.
A capacitação dos (as) jovens em artesania ocorrerá a
partir da aplicação da metodologia sítio ecológico
intuitivo, que enfatiza a vida ecológica, valorizando a
cultura tradicional e promovendo a sustentabilidade
ambiental.
Ao final das oficinas os(as) jovens deverão ser capazes
de construir obras de artesanato, ao tempo que estarão
aptos a atuar como multiplicadores da metodologia sítio
ecológico intuitivo, desenvolver atividades geradoras de
renda aproveitando os saberes e recursos existentes nas
suas localidades.
O projeto Artesania beneficiará 80 jovens residentes nos
povoados Coquilho I e Coquilho II, Assentamento
Conceição, Caracueira, Mato Grosso, Tajipuru,
Andiroba, Bom Jardim, São Paulo, Santa Maria,
Juçatuba, entre outros.
As oficinas serão realizadas com ênfase na prática e na
troca de experiência entre gerações, uma vez que parte
delas serão realizadas junto às famílias dos (as) jovens

quarta-feira, 15 de junho de 2011

O sítio ecológico e a dimensão da cura


O sítio ecológico e a dimensão da cura

O sítio ecológico não é um espaço de terra. É mais. É uma nova maneira de encarar a existência.

No início, pensei que se tratava de um espaço físico. Encontrei o similar no diagrama de sítio ecológico existente na cultura tradicional. Não é só isso. É a miniatura do universo. É a miniatura da terra. É a miniatura do país. É a miniatura da cidade e do local onde vivemos. É, finalmente, a forma como encaramos a vida e está guardado no arquivo emocional que existe em um algum lugar em nosso coração.

Do sítio terra eu já consegui a cura do espaço. O Sítio Panakuí, antes uma área arrasada, agora está curado.

Mas, ao buscar a cura da terra, acabei curando a mim de várias enfermidades. Os exames médicos mostram que, ao adotar o estilo sítio ecológico - vida em equilíbrio, alimentação natural, baixo estresse, etc. -, obtive melhoras em várias áreas da minha saúde.

É preciso, no estilo sítio ecológico, aprender a ouvir a voz da natureza. O nosso ouvido emocional precisa ser reabilitado, para que assim possamos ouvir a sabedoria que vem nas gotas de orvalho, na brisa suave do vento roçando as folhas, no cantar das aves.

E assim,de gotas em gotas, acaba-se reabilitando um terreno amplo e árido que existe em um canto do coração, passando ali a crescer muitas árvores frondosas com suas flores multicoloridas.

É o que procuro passar para as pessoas que visitam o sítio panakuí, nas vivências que faço. Estimulo-as a ativar a sabedoria da emoção ecológica. Às vezes consigo.

Venha visitar o sítio panakuí e descubra o sítio ecológico que existe escondido em algum canto do seu coração. Então a cura ecológica começa.

98 3253 3372

Moisés Matias

sábado, 11 de junho de 2011

As flores do Panakuí


As flores estão em todo lugar. Pássaros visitam o local, com seus gritos característicos. Macacos visitam as palmeiras.
Abelhas diversas pulam de flor em flor.
É a vida em sua intensa movimentação, em um sábado de sol, no Sítio Panakuí

quinta-feira, 9 de junho de 2011

sexta-feira, 18 de março de 2011

Eu quero e posso fazer mais

Caríssim@s,

Estou, como grande parte da humanidade, profundamente chocado com a tragédia que assola a terra do sol nascente.
Quero fazer algo maior do que já faço. Mudei a minha vida, nos ultimos anos. Caminhei para a ecologia prática. Implantei um sítio ecológico, escrevi um livro, dou palestras. Mas tudo é muito pouco. Quero fazer mais. Sei que posso fazer mais. Você, que está lenda esta mensagem, também pode fazer mais.
O texto abaixo, de Dalva, traduz a mensagem do meu espanto, com uma luz. Eu sei que não posso mudar o mundo, mas faço a minha parte. É chavão. Mas é o que sinto. Acho que todos nós deveríamos estar, diante desta situação, de joelhos, chorando por tudo o que fizemos, fazemos e continuaremos fazendo ao nosso mundo, à natureza, a nós mesmos.
Há um ano iniciei uma caminhada espiritual. Caminho, na lua cheia, 3 horas, com a mente e o coração centrados no criador. Neste sábado, farei a caminhada. Levarei na mente as imagens da tragédia. Rogo a Deus que tenha piedade dos seus filhos e filhas que estão debaixo das núvens da poluição nuclear no Japão, e que ilumine a mente dos dirigentes dos países, para que passem a dizer NÃO ao mundo da destruição e um grande SIM à mudança para um vida ecológica.

Paz e bem

Moisés Matias
www.folhadoamanha.net
www.sitiodomoisesmatias.blospot.com




dalva pereira escreveu:









ESPECIAL STUM: Japão - uma nação em regeneração

É impossível deixar de escrever sobre a enorme tragédia que está acontecendo no Japão, este país de tradição e cultura milenares, com seu povo ordeiro, respeitoso, educado, obcecado pelo trabalho, pela produtividade, pela qualidade, exemplo para o mundo todo de prosperidade a partir do trabalho, da transformação inteligente de matérias-primas importadas. Terra de templos magníficos, de paisagens estonteantes, dos trens de alta velocidade, da tecnologia de ponta, com governo sério, baixos níveis de corrupção e criminalidade...

Daqui somente podemos nos solidarizar, irmanar e rezar, enviar Luz e energias positivas. É doloroso ver na TV pessoas com crianças no colo em pé, ao relento, sem água, energia elétrica, com temperaturas próximas do zero. Talvez nem todos saibam que a imigração nipônica, em nosso acolhedor país, conta com um milhão e meio de descendentes totalmente integrados na vida do Brasil, em absoluto, a maior colônia do Sol Levante ao redor do planeta.

No entanto, sabemos que nada acontece por acaso, que a Mente Universal é perfeita, que aplica com justiça implacável a lei do carma, talvez até do carma coletivo... Sabemos que a Natureza engloba os quatro reinos e dispõe de incrível poder, manifestado pelos quatro elementos, que puseram sua fúria imensa em ação, fornecendo aos que se acham todo-poderosos, como se ainda fosse necessário, mais um aviso; neste ponto, quase um ultimato.

Estamos no limite.
A Terra literalmente botou pra quebrar. As imagens mostraram o terremoto, o maremoto, o fogo das explosões das centrais nucleares, com incrível clareza, para o mundo todo. As imagens mostram a fragilidade do ser humano e de suas criações, as mentiras balbuciadas frente aos microfones da TV, por humanos em estados de choque, esperando, torcendo agora que o quarto el emento, o ar, com seus ventos favoráveis, direcione para o mar a morte invisível, as nuvens radioativas que as falhas dos reatores espalharam sobre o nordeste da ilha. Os quatro elementos tinham o objetivo bem definido e o golpearam sem piedade.

É difícil interpretar a mensagem?
Talvez -mesmo após Hiroshima e Nagasaki, duas páginas negras da história da Humanidade-, as empresas locais sedentas de energia elétrica ainda continuem confiando na atualizada tecnologia nuclear, totalmente segura, de acordo com quem constrói as centrais, silenciosamente mortal quando ocorrem falhas.

Creio poderia tratar-se de algo assim:
- Chega! Basta. Fora com a energia nuclear.
- Vamos empregar a energia solar em todas suas formas. (O fogo em ação).
- Vamos implementar a energia eólica (o vento - ar) em ação.
- Vamos utilizar as turbinas a vapor movidas à biomassa (a terra) em ação.
- Vamos aproveitar as energias das ondas e das marés (a águ a em ação).
E ainda restam as opções de andar mais a pé ou de bicicleta...

Sei bem que ninguém pode julgar, mas precisamos buscar as causas muito além da aparência do mero acaso; descobrir o porquê de tanta dor e destruição, buscar capitalizar a informação obtida, mudar de rumo, de valores, de hábitos, de conceitos, de sentimentos, de fontes de energia e até de alimentos.

Talvez a sociedade japonesa tenha esquecido um pouco de seus valores essenciais, tenha se endurecido, ficando egoísta demais, separatista demais, esquecendo até dos seus emigrantes e filhos que, deixando o Brasil, indo procurar trabalho na terra de seus avôs, somente conseguem serviços pesados, morando longe e sendo considerados pelos nativos como cidadãos de segunda categoria...

Pecado contra a Unidade
Talvez as pessoas tenham se tornado materialistas demais, vivendo uma vida superficial, vazia, correndo desesperadamente atrás de maya --a ilusão-- esquecendo-se da tr ansitoriedade da passagem pelo planeta e de que todos têm uma missão a desempenhar, única e especial.
Ou ainda se esqueçam da exclusão, da desigualdade das classes sociais e dos demais comportamentos e situações -como a de não conseguir entrar na faculdade- que podem criar desespero e depressão, resultando em taxas de suicídio que assustam pela magnitude e regularidade, mantendo-se nos últimos anos por volta de 30.000 casos/ano, próximas da taxa de homicídios do Brasil se compararmos os diferentes números dos habitantes.

E algo bateu forte quando as imagens mostraram os navios de pesca e uma infinidade de outros barcos em meio aos destroços, a quilômetros da costa, jogados lá como se uma mão gigantesca os tivesse capturado e tirado definitivamente de sua sinistra e sangrenta missão.Mero acaso também? Talvez não tenham percebido o quanto feriram e estão ferindo o mar e suas criaturas, ao caçar sem descanso, do oceano Ártico ao Antártico, as inofensivas e majestos as baleias, alegando necessidade de realizar pesquisa científica sobre esses cetáceos...

Pecado contra a Natureza
E os Guias me lembram que ainda há muitos seres vivos, na China e Coréia, os quais testemunharam as atrocidades perpetradas pelas tropas de ocupação japonesas contra a população civil, incluindo crianças.
E este seria o pecado maior, desta vez contra a Humanidade.

O ponto é provavelmente o seguinte: quanto maior o drama, o desastre -infelizmente- maior será o aprendizado. O resgate do que foi cometido é líquido e certo. Não tem esquecimento, pois precisamos passar de fase, evoluir, crescer como seres humanos.É a história do plantio. Semeou vento? Irá colher tempestade.
Semeou amor, voltará bem-aventurança, alegria, felicidade para todos os envolvidos. Terá, então, passado de fase e novos desafios aparecerão para serem superados, sempre usando a mesma mágica vareta: o Amor Incondicional.

Agradeço aqui os querido s e pacientes Guias e mais a turma toda que permite que o site exista: Rodolfo, Sandra, Teresa, Marcos, Anderson, Ian, Lidiane... e Você!

Namastê (O Deus que existe em mim saúda o Deus que habita em Você).