sexta-feira, 23 de maio de 2014

Na Calamidade Pública, a oportunidade do reinício. Coragem Prefeito!




São Luís poderá decretar Estado de Calamidade. Cantei a bola antes, uns dez dias atrás e dei algumas sugestões. Está tudo fora do lugar!
Os governantes não sabem como agir, diante de tamanha crise, Não se trata apenas de incompetência. Em alguns casos, sim. Mas o problema é muito mais grave: Falta uma nova visão da realidade. A crise está em toda parte. Precisamos de uma reforma completa. A estrutura do estado não atende às urgências, onde o excesso de chuva e apenas o problema mais aparente.
Cito alguns tópicos:
01- Crise de alimentação: Precisamos urgentemente começar a praticar a agricultura urbana, estimulando as hortas domésticas, em quintais, varandas e jardins.
02 - Crise na Saúde - Precisamos urgentemente estimular a Saúde Preventiva. Chamem as nossas sábias e vamos estimular o tratamento com ervas, com as terapias alternativas.
03 - Crise de renda - Precisamos aproveitar os recursos que temos e evitar os desperdícios. A campanha resíduo zero é o primeiro posso para a implantação da coleta seletiva, a produção de adubos orgânicos.
Só em desperdício de resíduo orgânico, todos os dias a população de São Luís joga 01 milhão de reais, nas ruas, na forma de sobras de comido. Este recurso, 30 milhões ao mês, pode ser colhido como investimento. Estou a postos para cooperar!

04 - Crise urbana - Precisamos conter a explosão imobiliária e preservar as áreas verdes, garantir os córregos e áreas baixas.Casas sustentáveis, condomínios sustentáveis em água, energia, esgoto e em alimentação.
O problema é grave. Gravíssimo! O prefeito pode decretar Estado de Emergência e isso não irá resolver nada. Será apenas um paliativo. Prefeito, mobilize a inteligência da cidade e refunde a sua administração. A cidade precisa de ECOLOGIA. Não apenas na frágil pasta do meio ambiente, mas em todas as áreas. Tome uma atitude agora. Aproveite a crise e comece tudo de novo!

domingo, 22 de dezembro de 2013

São Luís desperdiçou 360 milhões em 2013



O daria para fazer com 360 milhões de reais? 
São Luís, que enfrenta a falta de recursos em praticamente todas as áreas, jogou fora, durante todo o ano de 2013, R$ 360 milhões de reais em resíduo orgânico doméstico.
São Luís produz cerca de 500 toneladas/dia de resíduo doméstico, a sobra de comida. Avaliado em R$ 2.00 o quilo, durante o dia o prejuízo, para a população, alcança a cifra de um milhão de reais. Multiplicando por 30 dias, vezes os 12 meses, atinge-se a cifra dos citados 360 milhões de reais. 
Além do prejuízo, o dano à natureza atinge uma situação gravíssima. Todo o material recolhido pela prefeitura, com um custo elevadíssimo por tonelagem, acabou inchando ainda mais o esgotado Aterro Sanitário da Ribeira, contaminando as águas subterrâneas.
A soluções existe, já foi apresentada à prefeitura. 
O Kit Orgânico Panakuí, um recipiente que facilita a coleta do resíduo doméstico, nas residências, permite o beneficiamento do produto em adubo sólido e líquido. E nós propomos a campanha Resíduo Orgânico Doméstico, o que evitaria o prejuízo milionário, e ainda transformaria a cidade em um centro produtor de hortaliças e verduras. Infelizmente, em 2013, não fomos ouvidos. 
O Secador Solar, do inventor Veneraldo Costa, beneficia o resíduo doméstico, com a energia do sol. Veneraldo também foi  ignorado.
Assim, convivemos, em 2013, com um prejuízo na esfera dos 360 milhões de reais.

Há falta de dinheiro. Não podemos negar. Mas falta vontade de resolver a questão. A lei Nacional de Resíduo Sólido, que foi tema das conferências nacionais, estaduais e municipal, orienta para a reutilização dos resíduos. Falta cumprir a lei. Enquanto isso, o desperdício prossegue, inclusive no natal, onde aumenta a produção da sobra de comida.

segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

Nós vamos ocupar o Castelão. Um elefante branco, instalado no coração de São Luís. Assim é o Estádio Castelão.
Instalado em uma região central da capital do Maranhão, o Castelão está cercado por mais de 30 bairros populares. São aglomerações sociais que não possuem as estruturas urbanas, nem as políticas públicas, como escolas, praças de lazer, bibliotecas. No Barreto, bairro considerado o mais perigoso de São Luís, predomina o tráfego de drogas.
Nos demais bairros a situação não é diferente. As crianças usam as ruas para as partidas de futebol, não existem teatros, cinemas e demais estruturas urbanas disponíveis
Nas ruas dos bairros vizinhos ao Castelão a coleta de lixo é irregular, o esgoto escorre a céu aberto, a violência prevalece e as crianças convivem com o cenário da prostituição, dos assaltos, da violência.
Estamos cansados e vamos reagir.
Considerado um dos complexo esportivos mais caros do Brasil, com centenas de espaços, entre salas, auditórios, piscinas, pistas e etc, o Castelão não atende os interesses da comunidade que vive no seu entorno.
Chega de abandono! Queremos o Castelão para a comunidade do seu entorno. Pela Vila Olímpica do Castelão, nós vamos ocupar o Estádio até que o governo implante os serviços que a comunidade exige. Este é o texto que começa a circular nos carros de som, nos bairros vizinhos ao Castelão.
Nesta quarta-feira, às 18 horas, na Associação dos Moradores da Quinta dos Machados, lançaremos o movimento pela CONSTRUÇÃO E FUNCIONAMENTO IMEDIATO DA VILA OLÍMPICA DO CASTELÃO, que deverá atender cerca de 2.000 pessoas/dia com atividades esportivas, culturais e artísticas. Seguiremos o exemplo da Vila Olímpica da Mangueira.  
 Participe!

terça-feira, 23 de outubro de 2012

Reage São Luís. Golpe não!

Reage São Luís. Golpe não!

Nas eleições deste segundo turno, muitas coisas estão em jogo. Não temos apenas uma disputa entre dois grupos políticos. Na eleição deste ano, em São Luís, está em jogo o futuro que queremos para o Maranhão.
De um lado está o atraso, o representante dos conservadores, o entulho autoritário remanescente da ditadura. O ditador que colocou a polícia contra os estudantes, na greve de 1979. Não há utopia, não há eficiência administrativa, não não transparência, não há uma nova cidade, com a permanência de Castelo à frente da prefeitura de São Luís.
Do outro lado está Edvaldo, jovem parlamentar, o representante do Maranhão jovem e idealista. Ao seu lado estão as consciências livres, os que acreditam na grande mudança que o Maranhão precisa sofrer. Ao seu lado está Flávio Dino, o nome que poderá conduzir o Maranhão para um cenário de mudança, de qualidade de vida, da sustentabilidade. Os dois estão juntos, afinados no discurso na mudança.
O conservador Castelo tem os seus aliados e eles estão se unindo para tomar a eleição. A cidade sabe da aliança que está montada entre o Grupo Sarney e o Grupo Castelo. Aliás, eles são irmãos siameses, fazem parte da coluna que prende o Maranhão ao atraso, à corrupção, à grande desigualdade social, onde prosperam os negócios do grupo oligárquico e dos seus aliados, com grande prejuízo para as políticas de saúde, educação, moradia, meio ambiente e infra-estrutura. Este grupo poderoso está preparado para tomar a prefeitura de qualquer jeito, usando todas as armas possíveis e, principalmente, as ilegais, como a compra de votos e a fraude das consciências.
Mas a mudança conta com o apoio da Cidadania. Mais que o envolvimento partidário, precisamos ocupar as ruas com a militância cidadã.  Estamos na batalha do Davi contra o Golias. Não podemos concordar com o golpe. A cidadania está  saindo às ruas para barrar as fraudes, a compra de votos, o abuso do poder econômico, para desmascarar as mentiras e garantir a vontade popular nas urnas, assim como a posse do candidato da mudança.
Vamos sacar as nossas fundas, colocar as camisas, o boné, o discurso afiado e conquistar mais um aliado. Vamos ganhar no debate sincero e honesto, sem jogada suja.
O nosso batalhão é formado por muitos Davis, homens e mulheres que acreditam no Maranhão como terra das oportunidades e da felicidade. Somos poderosos pois conseguimos unir a nosso colmeia. E o enxame está pronto para garantir a vitória para o candidato da mudança. Seja mais um.
Reage São Luís, Golpe não!

Moisés Matias

sábado, 21 de julho de 2012

Inventor desenvolve Biodigestor de recipientes interligados



 


Biodigestor de Recipientes Interligados

O inventor maranhense Veneraldo Costa desenvolveu e apresentará no encontro da SBPC o Biodigestor formado pela interligação de quantidades variadas de recipientes por meio de mangueiras, tendo como finalidade a produção de biogás e biofertilizante a partir de resíduos orgânicos, restos de alimentos, cascas de frutas, dejetos de animais e outros.
A utilização do biodigestor no aproveitamento dos residuos orgânicos domésticos proporciona uma destinação ecologicamente correta desses materiais, uma vez que não serão lançados diretamente no meio ambiente, além de produzir adubo e energia na forma de biogás.
A interligação dos recipientes apresenta duas finalidades principais:
· Primeira: permite que o biogás produzido em cada recipiente possa fluir através de um único duto, facilitando sua coleta e/ou utilização.
· Segunda: facilita o manuseio da biomassa, sendo possível acrescentar diminuir ou substituir recipientes, de acordo com a produção desejada e também de acordo com o tempo de retenção necessário para biodegradação da matéria orgânica contida no recipiente. Mais informações: Veneraldo ( 98) 81290180.

quarta-feira, 4 de julho de 2012

O sabor da criatividade - fragmento do livro Ecologia e Criatividade



O sabor da criatividade




 
Abril anuncia nuvens e trovoada

Abil é fruta de sabor acre
Quando maduro
Abre-se em gomos brancos
E sementes brilhosas

Ao ser aberto e comido
Deixa na boca um desejo
Que não se quer consumar
Deixa na mão um grude hábil

Há tempos
não sinto
o gosto abil
maspre sinto
oabil que não comerei

abril anuncia
nuvens carregadas
de notícias ruins 




 
                          O sabor da criatividade

 Na ladeira de um bairro popular, na cidade de São Luís, às duas horas da tarde, caminhava na direção de casa, cansado e com fome. De repente me vi fisgado por um odor familiar. Senti-me em um desenho animado seguindo o aroma no ar, aquela nuvenzinha que sempre aparece em situações semelhantes.
Um cheiro de peixe de água doce, cozido na água e no sal, com cheiro verde e chicória. Esse prato típico da gente do norte deve ser comido quente, acompanhado de farinha branca, com pirão, e molho de pimenta malagueta.
Não sei de onde saía o cheiro. Mas aquele aroma conduziu-me à minha infância, na hora do almoço. Envolvido pelo odor, ouvia os passos da minha mãe, na cozinha; o barulho da brasa estralando no fogão de lenha, e o cheiro da comida simples que iria consumir em alguns minutos, servido em uma panela grande, de onde minha mãe retirava, com uma concha de alumínio, porções generosas de caldo, pequenos peixes, com suas carnes delicadas e brancas se desfazendo ao cair no prato. Eu preferia a parte do rabo, com mais carne e menos espinhas, e também a cabeça, que eu colocava na boca, esmagava com os dentes e então sorvia a delícia de suco. Naquela tarde eu voltei ao Acre, quer dizer, fui à feira, comprei peixinhos de água doce e preparei para a família o manjar na janta.
Certa feita encontrei abiú na feira e comprei uma dúzia. Abiúl (Pouteria caimito) é uma fruta de cor amarela e dá em árvores de até 10 metros de altura, cujas folhas são verdes e brilhantes, tem a copa esgalhada e o tronco com a casca áspera.
Em casa, procurei a rede, limpei a casca lisa e brilhante, fechei os olhos e levei a fruta à boca. Deixei os dentes romper a casca, senti a polpa branca e doce se espalhar entre os dentes, misturar-se com a saliva e ocupar a região do gosto. Abiú é assim: ao ser aberto e comido deixa na boca um desejo que não se quer consumar.
Então voltei no tempo e me vi sentado no galho de um pé de abiú, pegando a fruta com a mão e comendo-a ali mesmo. Debaixo da árvore, meu irmão e os amigos disputavam, em uma algazarra alegre, o prêmio do abiú mais bonito.
As duas experiências mostram que o aroma, o gosto, os sons e as cores despertam a sensibilidade da memória e levam a imaginação a fluir com leveza, permitindo o passeio pela memória emocional, o valioso tesouro que trazemos dentro de nós e que é iluminado em circunstâncias especiais.
Existe um estado de abertura para a percepção do sensível em nossas vidas. Uma situação de esponja aberta para absorver, para sentir a luz do sensível, que ela venha na forma de sons, imagens, odores, sabores ou pensamentos, na hora que vier. Quando passo nas casas simples da zona rural do Nordeste, e vejo a antena parabólica, penso que naquela casa existe um canal aberto para as coisas do vasto mundo.

Costumamos manter os canais abertos para as coisas do mundo, através da internet, dos meios de comunicação, dos livros, dos filmes, das experiências sociais e culturais que envolvem as nossas vidas. De igual maneira, devemos manter a nossa antena interior aberta para os sinais, as cores e as formas que avivam a emoção criativa. E assim, embalados na poesia, somosembriagados em lá maior, onde o sol maior repica nos acordes de um novo dia.

terça-feira, 3 de julho de 2012

Sítio ecológico e o prêmio nacional de reportagem



Sítio ecológico e o prêmio nacional de reportagem

A proposta do Sítio ecológico  será apresentada, em grande estilo, para uma seleta platéia nacional.  O Sebrae Nacional anuncia hoje, terça-feira (3), em solenidade na sede da instituição, em Brasília, os vencedores da quarta edição do Prêmio Sebrae de Jornalismo.

Na categoria Telejornalismo, o trio Rayssa Alves, João Francisco Carvalho Junior e Edyjoel Rosa concorrem com a série "Mãos do desenvolvimento sustentável", exibida pela TV Cidade (Record) no ano passado, e que tem como tema da reportagem o Sítio Ecológico
O trabalho do trio maranhense de telejornalismo também concorre à Menção Honrosa de Repórter Cinematográfico.

O prêmio reconhece as melhores reportagens sobre micro e pequenas empresas (MPE) produzidas pelas redações de todo o Brasil.


O Prêmio Sebrae de Jornalismo é uma iniciativa do Sebrae com realização da revista Imprensa e apoio da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) e da Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação (Intercom).
A equipe da TV Record, que já conquistou o primeiro lugar, categoria telejornalismo, do Prêmio BNB de Jornalismo, o primeiro lugar no prêmio regional do SEBRAE, poderá trazer para o Maranhão o primeiro lugar nacional, da categoria telejornalismo. Valeu Rayssa e equipe!. Estamos na torcida! Veja o vídeo: