quinta-feira, 9 de junho de 2011

sexta-feira, 18 de março de 2011

Eu quero e posso fazer mais

Caríssim@s,

Estou, como grande parte da humanidade, profundamente chocado com a tragédia que assola a terra do sol nascente.
Quero fazer algo maior do que já faço. Mudei a minha vida, nos ultimos anos. Caminhei para a ecologia prática. Implantei um sítio ecológico, escrevi um livro, dou palestras. Mas tudo é muito pouco. Quero fazer mais. Sei que posso fazer mais. Você, que está lenda esta mensagem, também pode fazer mais.
O texto abaixo, de Dalva, traduz a mensagem do meu espanto, com uma luz. Eu sei que não posso mudar o mundo, mas faço a minha parte. É chavão. Mas é o que sinto. Acho que todos nós deveríamos estar, diante desta situação, de joelhos, chorando por tudo o que fizemos, fazemos e continuaremos fazendo ao nosso mundo, à natureza, a nós mesmos.
Há um ano iniciei uma caminhada espiritual. Caminho, na lua cheia, 3 horas, com a mente e o coração centrados no criador. Neste sábado, farei a caminhada. Levarei na mente as imagens da tragédia. Rogo a Deus que tenha piedade dos seus filhos e filhas que estão debaixo das núvens da poluição nuclear no Japão, e que ilumine a mente dos dirigentes dos países, para que passem a dizer NÃO ao mundo da destruição e um grande SIM à mudança para um vida ecológica.

Paz e bem

Moisés Matias
www.folhadoamanha.net
www.sitiodomoisesmatias.blospot.com




dalva pereira escreveu:









ESPECIAL STUM: Japão - uma nação em regeneração

É impossível deixar de escrever sobre a enorme tragédia que está acontecendo no Japão, este país de tradição e cultura milenares, com seu povo ordeiro, respeitoso, educado, obcecado pelo trabalho, pela produtividade, pela qualidade, exemplo para o mundo todo de prosperidade a partir do trabalho, da transformação inteligente de matérias-primas importadas. Terra de templos magníficos, de paisagens estonteantes, dos trens de alta velocidade, da tecnologia de ponta, com governo sério, baixos níveis de corrupção e criminalidade...

Daqui somente podemos nos solidarizar, irmanar e rezar, enviar Luz e energias positivas. É doloroso ver na TV pessoas com crianças no colo em pé, ao relento, sem água, energia elétrica, com temperaturas próximas do zero. Talvez nem todos saibam que a imigração nipônica, em nosso acolhedor país, conta com um milhão e meio de descendentes totalmente integrados na vida do Brasil, em absoluto, a maior colônia do Sol Levante ao redor do planeta.

No entanto, sabemos que nada acontece por acaso, que a Mente Universal é perfeita, que aplica com justiça implacável a lei do carma, talvez até do carma coletivo... Sabemos que a Natureza engloba os quatro reinos e dispõe de incrível poder, manifestado pelos quatro elementos, que puseram sua fúria imensa em ação, fornecendo aos que se acham todo-poderosos, como se ainda fosse necessário, mais um aviso; neste ponto, quase um ultimato.

Estamos no limite.
A Terra literalmente botou pra quebrar. As imagens mostraram o terremoto, o maremoto, o fogo das explosões das centrais nucleares, com incrível clareza, para o mundo todo. As imagens mostram a fragilidade do ser humano e de suas criações, as mentiras balbuciadas frente aos microfones da TV, por humanos em estados de choque, esperando, torcendo agora que o quarto el emento, o ar, com seus ventos favoráveis, direcione para o mar a morte invisível, as nuvens radioativas que as falhas dos reatores espalharam sobre o nordeste da ilha. Os quatro elementos tinham o objetivo bem definido e o golpearam sem piedade.

É difícil interpretar a mensagem?
Talvez -mesmo após Hiroshima e Nagasaki, duas páginas negras da história da Humanidade-, as empresas locais sedentas de energia elétrica ainda continuem confiando na atualizada tecnologia nuclear, totalmente segura, de acordo com quem constrói as centrais, silenciosamente mortal quando ocorrem falhas.

Creio poderia tratar-se de algo assim:
- Chega! Basta. Fora com a energia nuclear.
- Vamos empregar a energia solar em todas suas formas. (O fogo em ação).
- Vamos implementar a energia eólica (o vento - ar) em ação.
- Vamos utilizar as turbinas a vapor movidas à biomassa (a terra) em ação.
- Vamos aproveitar as energias das ondas e das marés (a águ a em ação).
E ainda restam as opções de andar mais a pé ou de bicicleta...

Sei bem que ninguém pode julgar, mas precisamos buscar as causas muito além da aparência do mero acaso; descobrir o porquê de tanta dor e destruição, buscar capitalizar a informação obtida, mudar de rumo, de valores, de hábitos, de conceitos, de sentimentos, de fontes de energia e até de alimentos.

Talvez a sociedade japonesa tenha esquecido um pouco de seus valores essenciais, tenha se endurecido, ficando egoísta demais, separatista demais, esquecendo até dos seus emigrantes e filhos que, deixando o Brasil, indo procurar trabalho na terra de seus avôs, somente conseguem serviços pesados, morando longe e sendo considerados pelos nativos como cidadãos de segunda categoria...

Pecado contra a Unidade
Talvez as pessoas tenham se tornado materialistas demais, vivendo uma vida superficial, vazia, correndo desesperadamente atrás de maya --a ilusão-- esquecendo-se da tr ansitoriedade da passagem pelo planeta e de que todos têm uma missão a desempenhar, única e especial.
Ou ainda se esqueçam da exclusão, da desigualdade das classes sociais e dos demais comportamentos e situações -como a de não conseguir entrar na faculdade- que podem criar desespero e depressão, resultando em taxas de suicídio que assustam pela magnitude e regularidade, mantendo-se nos últimos anos por volta de 30.000 casos/ano, próximas da taxa de homicídios do Brasil se compararmos os diferentes números dos habitantes.

E algo bateu forte quando as imagens mostraram os navios de pesca e uma infinidade de outros barcos em meio aos destroços, a quilômetros da costa, jogados lá como se uma mão gigantesca os tivesse capturado e tirado definitivamente de sua sinistra e sangrenta missão.Mero acaso também? Talvez não tenham percebido o quanto feriram e estão ferindo o mar e suas criaturas, ao caçar sem descanso, do oceano Ártico ao Antártico, as inofensivas e majestos as baleias, alegando necessidade de realizar pesquisa científica sobre esses cetáceos...

Pecado contra a Natureza
E os Guias me lembram que ainda há muitos seres vivos, na China e Coréia, os quais testemunharam as atrocidades perpetradas pelas tropas de ocupação japonesas contra a população civil, incluindo crianças.
E este seria o pecado maior, desta vez contra a Humanidade.

O ponto é provavelmente o seguinte: quanto maior o drama, o desastre -infelizmente- maior será o aprendizado. O resgate do que foi cometido é líquido e certo. Não tem esquecimento, pois precisamos passar de fase, evoluir, crescer como seres humanos.É a história do plantio. Semeou vento? Irá colher tempestade.
Semeou amor, voltará bem-aventurança, alegria, felicidade para todos os envolvidos. Terá, então, passado de fase e novos desafios aparecerão para serem superados, sempre usando a mesma mágica vareta: o Amor Incondicional.

Agradeço aqui os querido s e pacientes Guias e mais a turma toda que permite que o site exista: Rodolfo, Sandra, Teresa, Marcos, Anderson, Ian, Lidiane... e Você!

Namastê (O Deus que existe em mim saúda o Deus que habita em Você).

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

sítio ecológico, simples e revolucionário

Há cinco anos inciamos uma pesquisa ecológica profunda, em uma área de 03 ha, na periferia de São Luís/Ma.
Após estudar as possibilidades oferecidas pela escola formal de agricultura (assist. técnica, informação das universidades, conversas com especialistas, concluí que a Agricultura formal, de origem acadêmica cartesiana é totalmente incapaz de resolver os desafios colocados no presente. Mais: não tem proposta concreta para as áreas micro e médias, sem que se cause grandes danos ao ambiente e às criaturas.
Comecei então a implantar um projeto ecológico profundo. Implantei um sítio ecológico modelo, chamado Panakuí, fiz um manual para a implantação de experiências similares, chamado Sítio ecológico, um guia para salvar a terra, e formatei uma metodologia para a formação de multiplicadores.
No modelo panakuí, o sítio deve ser visto em todas as suas dimensões, não apenas a produtiva de renda formal ou de alimentos. Trabalha-se com indicadores de riqueza similares aos que formam a Felicidade Interna Bruta (FIB), tendo por base a matriz do conhecimento tradicional.
A sítio ecológico não é, no caso, um pedaço de terra, mas a gênese ecológica que existe no coração e na mente das pessoas envolvidas. Ou seja, antes é preciso fazer brotar o "eu ecológico" que cada um traz dentro de sí, sufocado, gerando assim tensões, enfermidades e neuroses.
Trata-se de uma metodologia simples, portanto REVOLUCIONÁRIA, que pode multiplicar a renda da gente do norte e nordeste, em um prazo curto, em média, 04 anos, pois trabalha-se a ativação de riquezas extraordinárias, existentes nas localidades, como o Patrimônio Tradicional, conhecimento que remonta a milhares de anos, os recursos naturais, ambos possuidores de valores inestimáveis.
Atualmente,recebo pessoas no Sítio Panakuí e faço vivências de um dia, ministro palestras e cursos de três dias para a formação de multiplicadores da metodologia sítio ecológico.
A implantação do sítio ecológico, no nível pessoal e familiar, permite enfrentar a crise de abastecimento de alimento de qualidade, garante-se a preservação da natureza e - mais importante -, assegura-se uma vida com qualidade para todos os envolvidos. Com o sítio ecológico tem-se mais saúde. Várias doenças provenientes da alimentação e do estilo de vida inadequados, carente de proteinas e vitaminas, seriam totalmente extintas.
Sei que a ONU realizará, dias 21 e 22 de junho, em Bruxelas, um Seminário Internacional sobre a Agroecologia no mundo. Gostaria de participar de tal evento. Na impossibilidade atual, ofereço-me para estimular a criação de um circulo virtuoso de abundância e generosidade, com a aplicação da Metodologia de Implantação de Sítios Ecológicos Intuitivos, na amazônia, no nordeste, em qualquer parte do Brasil.
Mais informações estão disponíveis no www.folhadoamanha.net, ou no www.sitiodomoisesmatias.blogspot.com ,
ou no fone (98) 3253 3372

Saudações ecológicas

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Acre sitio ecológico

Sítio ecológico: tradição dos seringais é autossustentável


Escrito por Onides Bonaccorsi Queiroz - onides.queiroz@yahoo.com.br
30-Jan-2011
Ecologista Moisés Matias propõe a valorização do conhecimento tradicional
Ao jornalista profundamente estressado que procurou ajuda, a maioria dos médicos prescreveu tranquilizantes e antidepressivos. Felizmente, um deles recomendou: “Vá caminhar”.
Com os pés literalmente no chão, Moisés Matias começou a se recuperar. Encontrou sua cura e uma nova proposta para viver: na terra, da terra e com a terra.
Ao buscar suas raízes, o acreano de Tarauacá reencontrou o conhecimento tradicional do seringueiro. A partir dele, adotou o conceito de “sítio ecológico” e o colocou em prática numa área chamada “Panakuí” (significa paneiro pequeno), próxima à cidade de São Luís, no Maranhão, onde vive.


Moisés: “O sítio ecológico ativa um círculo de abundância”
A ideia básica do sítio ecológico é propiciar o desfrute de uma vida de qualidade, cujo sucesso é medido através da FIB (Felicidade Interna Bruta) em vez do PIB (Produto Interno Bruto). Parece brincadeira, mas é o índice oficial adotado desde os anos 70 pelo Butão (veja box à direita), país asiático. O sítio ecológico se utiliza de alguns princípios: produção de alimentos orgânicos para quem ali reside, preservação de áreas de vegetação original, geração de renda e autossustentabilidade (veja box à esquerda). Inclui a utilização de energia solar, eólica e da chuva, bem como a reutilização da água. Além disso, um dos pontos mais fortes do projeto é a transformação do lixo orgânico em estrume, medida que pode ser adotada pelas residências.
E qual tem sido o resultado dessa empreitada para Moisés e sua família? Saúde, boa alimentação, valorização de produtos da região e autoestima. “O sítio ecológico ativa um círculo de abundância, enquanto que uma fazenda convencional é deficitária do ponto de vista ecológico”, conta.
Moisés dá palestras e consultoria sobre o tema. E agora quer promover o fortalecimento dessa cultura também no Acre, sua terra natal. Em tempo: ele é filho de José Marques de Souza, o Matias, líder de movimentos sociais e teatrólogo que se destacou nos anos 80 em Rio Branco (veja box abaixo).
O que é autossustentabilidade?
Autossustentabilidade é um conceito de ecologia que define a exploração de recursos naturais que cause mínimo impacto sobre o meio ambiente, que dê tempo para a natureza se recompor e traga retorno financeiro suficiente para o sustento das pessoas envolvidas e de suas famílias com dignidade.
Matias, líder social e teatrólogo
Dos seringais do Vale do Juruá até sua participação em movimentos sociais em Rio Branco, José Marques de Souza, o Matias, utilizou o teatro para denunciar e reivindicar melhores condições de vida para as comunidades menos favorecidas. Matias influenciou a vida de pessoas que com ele tiveram contato, desde as mais simples, que mudaram suas histórias de vida através do trabalho desenvolvido com o teatro, até artistas e intelectuais.
Fonte: Agência de Notícias do Acre, 05.11.2009
Butão inova ao criar a Felicidade Interna Bruta
O Butão, país da Ásia entre a Índia e o Tibet, criou uma visão alternativa para medir as riquezas de um país na década de 1970. Em vez de somente medir as riquezas materiais, passou a medir também a felicidade, o bem-estar da população e o desenvolvimento sustentável. Criou então o índice Felicidade Interna Bruta (FIB), pois o Produto Interno Bruto (PIB) não dava mais conta desses conceitos. A conta é simples: quando um país vende seus recursos naturais, por exemplo, o resultado final é tido como crescimento, mas os danos ambientais e sociais podem ser irreversíveis.

No Butão, Ásia, a felicidade da população também mede a riqueza do país
O cálculo do FIB inclui o padrão de vida econômica, educação de qualidade, saúde, expectativa de vida e longevidade comunitária, proteção ambiental, acesso à cultura, bons critérios de governança, gerenciamento equilibrado e bem-estar psicológico. Para o economista da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUCSP) Ladislau Dowbor, a principal defasagem do PIB é não contabilizar
os estoques de recursos naturais. “Se um país exporta petróleo, corta suas florestas, na verdade está reduzindo o estoque de riquezas”, afirma. (...)Para Dowbor, é preciso mudar o paradigma do que significa felicidade e lucro. “Precisamos redescobrir coisas essenciais para a vida, como ter amigos, conhecer o bairro e valorizar a família”.
Fonte: Gazeta do Povo (Curitiba - PR ), 16.11.2008

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

A solução caseira para o lixo doméstico, em Rio Branco

A solução caseira para a crise do lixo, em Rio Branco
Moisés Matias*
O lixo orgânico forma a maior porção do resíduo das cidades. Cerca de 60% do total de resíduo coletado pelas municipalidades é formado por esse material. Em Rio Branco, cidade considerada uma das mais limpas do país e que recentemente inaugurou uma moderna estação de tratamento de resíduo, o problema ainda pode ser enfrentado com uma tecnologia intuitiva. Todo o lixo orgânico pode ser beneficiado e transformado em adubo orgânico dentro das casas.
O resíduo orgânico doméstico é, na verdade, um material caro, comprado nas feiras e mercados, no peso. O quilo desse material custa, na média, R$ 2,00. Por mês, uma família de quatro pessoas joga fora aproximadamente 48 quilos. Ou seja, joga fora algo próximo de R$ 100 reais/mês. Ou R$ 1.200,00 reais, no ano.
Vamos fazer o tratamento completo do lixo dentro de casa, transformando-o em estrumo líquido e sólido e aproveitando aquele pequeno espaço de terra para fazer uma horta. Assim, o que antes era jogado fora, volta para a cozinha na forma de frutas, legumes e verduras orgânicas. Em vez de prejuízo, desperdício, alimento saudável, mais saúde. E ainda se contribui para manter a cidade limpa, o planeta melhor.
É exatamente isso que venho fazendo, na minha casa, há mais de dois anos. Todo o lixo orgânico da residência, cerca de 20 kg por semana, vem sendo totalmente reaproveitado.
No sítio ecológico Panakuí, em São Luís/Ma, aperfeiçoamos a tecnologia intuitiva com a criação do kit orgânico Panakuí, composto de um recipiente que faz o pré-beneficiamento do material da cozinha, a compostagem, o minhocário e a horta doméstica.
Estou em Rio Branco, minha terra, onde apresento a tecnologia Panakuí. Na cidade existe a tradição das hortas, dos pomares nos quintais, nos jardins domésticos. Com o reaproveitamento do resíduo orgânico a casa produz o adubo que precisa. E ainda pode melhorar a produção da horta, dos canteiros da varanda e do pequeno quintal.
Procuro, na cidade, pessoas interessadas em assumir a representação da tecnologia; entidades interessadas na realização da campanha Rio Branco Lixo Orgânico Zero. Também estou apresentando a tecnologia para os órgãos governamentais. O problema ambiental do planeta é, não há duvidas, muito sério. Mas cada um pode fazer um pouco para melhorar a situação. Então, deixe de produzir lixo. Reutilize o lixo que você e sua família produzem. É pouco, é verdade, mas cada um fazendo a sua parte, ajudar-se a cidade a ser um pouco mais saudável.
As casas ficam mais limpas, a cidade fica mais limpa, há mais saúde e alimentos, com a construção de pequenas hortas nas varandas e nos pequenos quintais. Muito simples, não?
E revolucionário. Os interessados podem ter mais informações no site WWW.folhadoamanha.net,
ou através do fone 9234 0223
*Moisés Matias, natural de Tarauacá, reside em São Luís/Ma. É jornalista e ecologista

Moisés Matias

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Ecologista lança sitio ecológico em Porto Velho

Projeto "Sítio Ecológico" será lançado em Porto Velho no próximo dia 21

A Prefeitura de Porto Velho em parceria com a Associação de Desenvolvimento da Agroecologia e Economia Solidária (Ada- Açaí) lança no próximo dia 21, às 18h30 no Auditório do Sebrae, o Projeto Sítio Ecológico. A programação inicial do lançamento do projeto terá dois momentos. No dia 21/01 acontece o seminário de lançamento do Projeto Sítio Ecológico, com início às 18h30 no Auditório do Sebrae, com a participação do ecologista Moises Matias, autor do livro “Sítio Ecológico, Um Guia para Salvar a Terra”, aberto para todos os setores da sociedade. E no dia 22/01, haverá um Dia de Vivência, das 08h às 18h, voltado para o público da área de abrangência do setor chacareiro, região periurbana das zonas leste e norte da cidade de Porto Velho (Núcleo Cinturão Verde).

Matias irá apresentar, durante o seminário, os benefícios dos sítios ecológicos, projeto que iniciou há dez anos. “Após um período de estresse, causado por um ritmo frenético de trabalho, descobri a necessidade de reencontrar a minha essência. Passei a caminhar nas áreas verdes. Procurei desenvolver atividades manuais ligadas à terra, como cuidar de um pequeno jardim e de canteiros de hortaliças. Vi o grande beneficio que isto me trouxe e busquei ampliar e disseminar esta nova cultura, logo escrevi um livro como também comecei a realizar seminários por todo o país”, disse Matias.

De acordo com Matias, o projeto pode ser aplicado em qualquer parte do Brasil, e permite efetivamente salvar a terra, no nível local, aplicando-se o efeito, em cadeia, a partir da formação de redes de sítios ecológicos.

Matias acrescenta que o projeto sítio ecológico visa a troca de experiências entre os participantes, através de trabalhos em grupo e discussão em plenário. “Neste processo, todos os participantes podem contribuir com seus conhecimentos, experiências e emoções, construindo assim uma reflexão aprofundada sobre as práticas e experiências de vida e trabalho. Desta reflexão fluem perspectivas e propostas de mudanças e soluções, que valorizam a proposta ecológica e a tradição do povo da região amazônica”.
Os interessados poderão se inscrever na sede da Semagric, sito à rua Costa e Silva, nº 5315, Bairro Rio Madeira ou pelos telefones 08006475008 ou 39013371 c/ Rejane, sendo encerradas durante a realização do Seminário.

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Faça parte da Campanha lixo orgânico zero




lixo orgânico zero
Todos os dias nós, moradores de São Luís, podemos ajudar a cidade a ficar mais limpa. Podemos reutilizar até 100% do lixo orgânico de nossas casas, dentro de nossas casas. Lixo orgânico é dinheiro.
Estamos formando turmas especializadas no aproveitamento integral do lixo orgânico, as quais atuarão na propagação do Kit orgânico Panakuí.
Poderemos ter brigadas com postos avançados por bairro, condomínio, escolas e sindicatos.
Estamos visitando as organizações e realizando oficinas de formação de brigadeiros, preparando-os para atuarem no reaproveitamento do lixo orgânico doméstico.
Transforme o lixo doméstico em adubo para a sua horta. Assim você estará preservando a natureza e ganhando mais qualidade de vida.
Mais informações (98) 3253 3372